terça-feira, 15 de março de 2011

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Adoro...
sentar de pernas cruzadas como uma criança novamente e assistir a desenhos animados durante toda a manhã. Eu amo os sonhos que você não quer acordar e encontrar dinheiro que você não sabia que você tinha. Eu amo abraços e piadas imaturas. Adoro rir até doer a barriga e ser chamado de lindo. Eu amo saber que eu fiz o dia de alguém feliz. Eu amo cantar no chuveiro, conversar por horas sem esgotar-se de coisas a dizer e fotografias que captam o momento com perfeição. Eu adoro aqueles dias em que tudo parece ter apenas a maneira que você planejou e eu adoro sentir como se pudesse conquistar o mundo.
 
 
by Barbara Becher
 
 
 
Será essa a tal felicidade?
Ultimamente tenho me sentido bem. Um bem tão diferente, que me preenche de uma forma tão grande...Tenho deixado um pouco meu racionalismo de lado e vivido,simplesmente vivido. Me permito comer chocolate todo dia e no final dar uma desculpa a mim mesmo de que estava em semana de prova. Ando pelas ruas com os fones no ultimo volume e cantando (sem emitir sons, se é que me entende...) e realmente não ligo se vão pensar que estou meio louco, talvez estejam até certos.Mas que loucura boa essa. E aquele orgulho de ‘se ela não der oi, não dou’ joguei pra longe, afinal, o mundo pode acabar agora e eu não quero ficar com vontade de falar com ninguém. Ultimamente dou gargalhadas em qualquer piada sem graça. Gargalhadas! Até doer a barriga, e isso me faz sentir com 10 anos novamente, quando tudo era motivo para elas aparecerem, e não sinto nenhuma vergonha disso.E sabe os estranhos na rua? É, dou bom dia pra eles. E estou quase me animando em ir pro colégio. Até apaixonado estou, mas dessa vez, por mim mesmo. E muita gente pode dizer que estou ficando cego para os problemas. E que mal há nisso? Que mal pode haver em querer um pouco de alegria sem motivo, um pouco de paz na mente. Em querer o meu mundo azul celeste de volta? E por enquanto continuo assim, com esse jeito tão, tão, tão meu de ser.